sábado, 12 de janeiro de 2013

Livros Usados - Catalogo

Livros Usados - Catalogo

































































































































































































































































































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Câmara Municipal de Bragança  (2005) A Arquitectura de Viana de Lima em Bragança, 4 euros (edição de 500 exemplares)
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Consultadoria Editorial


Uma proposta séria e aliciante para quem quiser publicar pequenas obras até 120 páginas. Os orçamentos são criteriosos e feitos por medida. 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Hora do Conto

Hora do Conto


Divulgamos o novo cartaz da Hora do Conto. Um espaço onde a pequena, pode ouvir estórias, memórias, observar imagens; enriquecer a sua experiência de vida, tornando-a cada dia mais completa.

A entrada é livre, porém o número máximo de crianças permitido no espaço é apenas cinco.
Façam dos seus sábados uma animação!

domingo, 6 de janeiro de 2013

Livro da Semana - A Peste Escarlate

Livro da Semana - A Peste Escarlate


Livro da Semana – A Peste Escarlate de Jack London

Sobre o autor:
Jack London (São Francisco 1876 – Califórnia 1916) foi um dos mais espectaculares romancistas norte-americanos. A sua vasta obra – largamente adaptada para o cinema e para o teatro, e da qual se destacam, entre muitos outros livros, O Filho do Lobo (1900), Apelo da Selva (1903), O Lobo do Mar (1904), Martin Eden (1909) e Febre do Ouro (1912) – foi muito apreciado pela intensidade das suas narrativas, onde o lado aventureiro e individualista do homem se mistura e confronta com as ideias socialistas do autor e pela sua defesa das causas sociais.

Sinopse

Em A Peste Escarlate (1912), Jack London aproxima-se da ficção científica. A história decorre no século XXI e tem como protagonistas um velho professor universitário e três netos, todos eles reduzidos ao estado selvagem. São dos poucos sobreviventes de uma peste que dizimou a humanidade e aniquilou a civilização no ano 2013 (ainda poderá acontecer!?) Vítima das partidas dos netos, o avô conta aos três rapazes as aventuras que viveu para escapar à peste, através do mundo despovoado, de desertos e de cidades mortas, procurando aos mesmo tempo incutir-lhes os valores do conhecimentos e da sabedoria.

Um bom conto, acessível a todos, e a todas as carteiras… A Peste escarlate é a crise?

Título: A Peste Escarlate (2002)
Texto: Jack Londo
Tamanho: 19x12.5 cm
ISBN: 978 989 552 367 2
Páginas: 91 páginas
Editora: Quasi
Preço: 3.0 euros
Recomendado para maiores de 12 anos (grau de dificuldade)


sábado, 5 de janeiro de 2013

International Poetry Meeting

International Poetry Meeting


A Vilateca Livraria Galeria, e a ABC da Cultura, vão promover todas as segundas-feiras, às 22.30 horas, na loja da Vilateca, uma sessão invulgar de transfiguração cultural, partilha cultural. Vila Real é uma cidade universitária que recebe alunos do programa Erasmus, mas também de outro programas, não só alunos, mas também professores e investigadores. 

Esperemos, e queremos ter todos aqueles que vivendo em Vila Real, e que falem uma língua estrangeira, neste espaço de multiculturalidade. No entanto todos os falantes da língua de Camões também estão convidados, não importa a sua nacionalidade.

Pode e devem trazer a cultura, língua, a literatura, a ciência, os usos e costumes, a poesia, os sons, a linguagem. Lançamos aqui o repto, se conhecerem amigos que sejam de outros países e continentes, apresenta-nos. Somos os anfitriões, mas também queremos que tu sejam um anfitrião. Vê, e trás os amigos. A entrada é livre.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Textualidades Vivas

Textualidades Vivas

Poeta, dos bons, e poeta que escreve na mesa de café, é considerado um dos últimos poetas românticos. No final deste texto vão ficar a perceber porquê. E se calhar ficaram desapontados com o romantismo, por passar a conhecer o lado desconhecido do romantismo.

Na sociedade moderna existem demasiadas coisas com que nos preocupemos, demasiada informação para assimilarmos e bastante pouco tempo livre para desfrutarmos. O poeta portuense António Pedro Ribeiro parece não querer acreditar nisso e poderá vir a ser o último poeta romântico português.

Edita com regularidade por editoras que passam despercebidas ao público em geral. António Pedro Ribeiro, é um poeta, que segue a máxima de Rui Reininho, é preciso subir ao povo. O poeta não se considera um autor exclusivamente político. Até porque, na senda de Breton, a política não existe separada da vida. O amor, o sexo, a liberdade e a revolução são todas uma coisa só que as máquinas castradoras do sistema sempre tentaram dividir. Mas, ao fim e ao cabo, felizmente nunca o conseguiram no que respeita a alguns homens e mulheres. Nietzsche fala no espírito livre e em Dionisos e eu acredito. Diz.

Afirma que já fez muitos disparates. Diz que assim evitar apodrecer de tédio ou apodrecido de tédio ou de depressão. Mesmo quando estou a brincar ou com os copos, penso que as pessoas inteligentes entendem que já escolhi o meu lado da barricada. Há quem me ame e quem me odeie. 

Sente-se um “poeta maldito”, como o eram Rimbaud, Baudelaire ou Sade? Afirma.
Mas não se coloca ao nível de Rimbaud, Baudelaire ou Sade. No entanto, tem a certeza que é deles, que vem dessa linha de malditos onde incluo também Blake, Lautreamont, Jim Morrison, Nietzsche, Henry Miller, Bob Dylan, Allen Gingsberg, Péret e tantos outros. Retorque que não nasceu para os empregos das 9 às 5 – dou-me mal neles, a rotina mata-me. Léo Ferré disse que o artista aprende a profissão no inferno. Eu vou lá muitas vezes e gosto, porque o céu, muitas vezes, é uma seca, com todos aos beijinhos, aos abracinhos, aos boatos, aos mexericos, às panelinhas e eu detesto. Serei um poeta maldito, mas isso não significa que não ame a Humanidade, as mulheres bonitas, o sol, as crianças. Esta merda que nos querem impingir é que eu não aceito. De qualquer modo, não sou, não quero ser, o versejador da corte.
Eis o busto de António Pedro Ribeiro, em carne e osso; e em poesia. Para terminar deixo-vos um poema presente o livro Saloon. Que podem conhecer ou adquirir na Vilateca Livraria Galeria.
Madalena

Para a Paula

Deste-me a morada
A meio da tempestade
Vieste por entre os duendes ao lugar a trip

Imaculada
Levaste-me do túmulo
E levaste-me pela mão de Deus
Para fora dos bares e dos artifícios do demo
Das cassetes pirateadas das notícias do templo
Beijaste-me a outra face e amaste-me.